Petróleo

Incêndio atinge plataforma da Petrobras

Um incêndio surgiu na sala de máquinas do navio PPS-32 de armazenamento e descarga de produção flutuante (FPSO) operado pela gigante petrolífera brasileira Petrobras na quinta-feira, 8 de fevereiro

O sindicato brasileiro de trabalhadores do petróleo, Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, ou Sindipetro NF, para breve, disse que o incêndio na sala das máquinas ocorreu na manhã de quinta-feira.

De acordo com as informações obtidas pela Sindipetro, o incêndio começou às 10:20 da hora local (1:20 da tarde) quando a descarga de um gerador a diesel pegou fogo.

As chamas foram extinguidas com um extintor de CO2 e a situação estava sob controle dentro de uma hora.

Sindipetro disse que não houve baixas e acrescentou que ainda estava reunindo todos os fatos da Petrobras, que afirmou que a unidade estava em condições normais de operação.

O FPSO P-32 está localizado no campo de Marlim fora do Brasil e já teve vários incidentes ao seu nome.

Ou seja, em agosto de 2017, um curto circuito na fiação de uma luminária fora de um dos tanques de armazenamento de manutenção pegou fogo. Na época, Sindipetro disse que as chamas queimavam cerca de dois metros de altura da fiação elétrica. A produção interrompeu o incidente.

Em 10 de junho de 2017, ocorreu outro incidente no mesmo FPSO quando a proteção de segurança de uma escada colapsou no convés.

Tezeu Bezerra , coordenadora da Sindipetro NF, disse que a união não aceitaria o que a Petrobras tem feito com suas unidades com os braços cruzados.

Bezerra acrescentou que a Petrobras estava deixando suas unidades sem manutenção e cuidados adequados, colocando em risco suas vidas.

Campo de Marlim

O desenvolvimento do campo de Marlim está localizado na parte nordeste da Bacia de Campos, a cerca de 110 quilômetros do Rio de Janeiro.

O campo cobre uma área de 130 km2, com profundidades de água variando até 3.300 pés. Em março de 1991, a unidade de produção flutuante P-13 produziu o primeiro óleo do campo.

O desenvolvimento do campo foi dividido em duas fases. Para otimizar investimentos e recursos físicos, a primeira fase de desenvolvimento foi dividida em dois módulos. O primeiro módulo compreendeu um FPU, um P-18 semi-submersível recém-construído e mais tarde o FPSO P-32, um antigo petroleiro VLCC da Petrobras. Dezesseis poços de produção, 12 poços de injeção e um coletor submarino foram conectados à FPU.

Oito FPUs são instaladas em Marlim, com 125 do total de 129 poços já produzindo 83 dos quais são poços de produção, 46 ​​são injetores de água, incluindo 36 poços horizontais.

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