Petróleo

Setor de petróleo e gás do Brasil em um caminho promissor

Os leilões de pré-sal do 27 de outubro no Brasil foram um sucesso ressonante, de acordo com especialistas da indústria e investidores em todo o mundo. ExxonMobil, Statoil, Shell, Total SA e BP estavam entre os que disputavam uma participação nos oito blocos oferecidos; Em última análise, foram vendidos seis blocos, com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) do Brasil, com US $ 1,9 bilhão em bônus de assinatura. A participação ativa das principais empresas internacionais de petróleo marcou uma mudança significativa em relação ao seu interesse morno no leilão pré-sal inicial em 2015, refletindo as mudanças regulatórias introduzidas ao longo do ano passado para abrir o pré-sal ao investimento estrangeiro. O próximo leilão, previsto para junho de 2018, deverá ampliar a tendência positiva e ajudar o Brasil a desenvolver o setor de petróleo e gás sob um modelo competitivo, orientado para o mercado,
Em 16 de novembro, o Diretor Geral da ANP, Decio Fabrício Oddone da Costa, discutirá os objetivos do novo quadro regulatório brasileiro para a política de petróleo e gás. Um engenheiro elétrico e veterano gerente de carreira da Petrobras, Oddone disse no início deste mês que o país perdeu centenas de bilhões de dólares em investimentos e receita tributária ao atrasar os leilões pré-sal. Ele também previu que os leilões recentes colocariam o estado de São Paulo no mapa em termos do setor de petróleo e gás no Brasil, ao mesmo tempo em que confirmam a posição do Rio de Janeiro como capital de uma indústria que produz 2,5 bilhões de barris por dia e cresce. De acordo com fontes oficiais, o Brasil planeja impulsionar a exploração e produção de petróleo rapidamente para capitalizar suas reservas antes que o mundo entre completamente na “era renovável”.
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