Energia

AIE informa mudanças na produção energética em todo o globo

AIE informa mudanças na produção energética em todo o globo

De acordo com informações divulgadas pela  Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês ou AIE), as crescentes mudanças climáticas irão transformar a produção energética em todo o globo. Um exemplo desta teoria é a constante redução do uso de petróleo e a crescente utilização de energias renováveis.

Na última quarta-feira (13), Fatih Birol, diretor-executivo da IEA, afirmou: “O mundo precisa urgentemente concentrar sua atenção, com a precisão de um laser, na redução de emissões planetárias. Para isso, é necessária uma grande coalizão entre governos, investidores, empresas e todos aqueles que estão engajados na luta contra as mudanças climáticas”. Contudo, para ele, o feedback dos governos e da indústria ainda não é satisfatório.

A IEA também destaca a necessidade da diminuição das emissões do atual sistema energético, em boa parte estruturado pelo carvão, rocha sedimentar combustível extremamente poluente. Birol mencionou, inclusive, que as emissões de CO2 chegaram a níveis altíssimos no último ano. Além disso, lembrou que é necessária a contenção do aquecimento abaixo de 2°C, pois só assim o cenário será compatível com os objetivos propostos pelo Acordo de Paris.

Sobre a Agência

Agência Internacional de Energia (AIE – em inglês) está organização internacional sediada em Paris ligada a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Atua como a orientadora política de assuntos energéticos para seus 29 países membros. Os seus esforços tentam assegurar serem confiáveis, acessíveis para uma energia limpa para os seus cidadãos.

Foi fundada durante a crise do petróleo de 1973 1974. O papel inicial da AIE foi a fim de coordenar as medidas a serem tomadas em tempos da crise do petróleo. Tal como os mercados da energia terem sido alterados, de modo a ter AIE como moderador. O seu mandato foi alargado a incorporar o equilíbrio da política energética: segurança energética, o desenvolvimento económico e a protecção do ambiente. O trabalho corrente debruça – se sobre as políticas das alterações climáticas, mercado de reformas, tecnologias energéticas e a colaboração e proximidade com o resto do mundo, especialmente grandes consumidores e produtores de energia, como a China, Índia, Rússia e países da OPEP.

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