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Após seis anos, obras do novo terminal do Aeroporto de Vitória são retomadas

Com investimento de R$ 523,5 milhões, construção é prevista para ser entregue no fim de 2017

Tiveram início as obras da expansão do Aeroporto Eurico de Aguiar Salles, em Vitória, no Espírito Santo. Com um investimento de R$ 523,5 milhões, a construção será executada pelo consórcio Jota Ele/Damiani/Empo, contratado por licitação sob o Regime Diferenciado de Contratações (RDC). A sua conclusão é prevista para setembro de 2017.

O espaço também contará com um pátio para trânsito e estacionamento de aeronaves de 45,3 mil m² e uma nova pista de pouso e decolagem, de 2 km por 45 m, que será capaz de receber aeronaves do tipo 767-300. Além disso, haverá dez novas pistas de taxiamento, que interligarão a nova pista ao pátio de aeronaves. O estacionamento para veículos contará com 1.119 vagas (35.527 m²) e aquele direcionado aos táxis, com 50 vagas.

A edificação terá bloco para as circulações verticais, áreas molhadas e áreas de equipamentos. A construção também tem a função de separar o Lado Terra e o Lado Ar do Terminal de Passageiros. A partir dela, o edifício desenvolve-se nas laterais Leste e Oeste, onde estarão localizados os saguões de passageiros, check-in, embarque, desembarque e os espaços comerciais.

Uma abertura na laje entre o térreo e o primeiro pavimento do terminal visa à estruturação da circulação (escadas e elevadores principais) e à ligação visual entre os andares. O primeiro pavimento é estruturado por esse espaço central, que influencia na localização da praça de alimentação e das lojas.

O piso do pavimento superior é em concreto pré-moldado, e está apoiado em pilares de concreto em forma de “V”. A cobertura do pavimento superior é composta de treliças metálicas curvas, com balanços generosos nas suas extremidades e cobertas por telhas metálicas zipadas. Ela apoia-se em grandes pilares metálicos, que nascem na laje do pavimento superior.

A iluminação no andar térreo dá-se por grandes panos de vidro do lado terra, o que não acontece no superior, onde a fachada é vedada, e a iluminação natural é garantida por aberturas sobre as lojas e pela iluminação zenital sobre a praça de alimentação.

A obra havia sido paralisada em 2009 pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com suspeita de sobrepreço. Foi realizada uma nova licitação, vencida pelo consórcio Jota Ele/Damiani/Empo. A retomada das obras foi autorizada em junho do ano passado.

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