Energia

CEO da Engie espera aprovação do STF sobre acordo de US$ 8,6 bi

O presidente-executivo da Engie SA no Brasil, Mauricio Bahr, disse que espera que o mais alto tribunal do país aprove a aquisição da TAG de US $ 8,6 bilhões pela francesa Petróleo Brasileiro SA.

Bahr disse que espera que a Suprema Corte mostre “senso comum” e permita que o acordo continue. A Suprema Corte decidirá se a Petrobras, como a empresa é conhecida, pode fechar o negócio com a Engie.

Bahr disse que o “cheque” para pagar a empresa está pronto para ser descontado assim que a Suprema Corte decidir sobre o assunto. Uma decisão foi esperada na quinta-feira. (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier; Escrita por Tatiana Bautzer; Edição de David Gregorio).

A Engie Brasil Energia (BM&F Bovespa: EGIE3), anteriormente Tractebel Energia é a maior geradora privada de energia do BrasiL, que possui participação de cerca de 6,2% no mercado brasileiro. Sua capacidade instalada própria é de 7.868,1 MW, composta por 31 plantas operadas por ela, das quais onze são hidrelétricas, três termelétricas e dezesseis complementares: três a biomassa, nove eólicas, duas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e duas solares. Possui 85% de capacidade instalada operada de fontes limpas e renováveis.

Com sede em Florianópolis, a companhia atua desde 1998 na geração e comercialização de energia, por meio da implantação e operação de usinas. Controlada pelo grupo franco-belga Engie (68,7%), a Engie encerrou 2017 com um quadro de 1.048 empregados próprios e passou a atuar também no segmento de transmissão de energia.

O parque gerador da Engie conta com 31 usinas, sendo 11 hidrelétricas, quatro termelétricas convencionais e 16 usinas complementares — duas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), nove eólicas, três a biomassa e duas solares fotovoltaicas. Desses empreendimentos, 27 são controlados integralmente pela companhia, de modo que a capacidade instalada própria total soma 7.868,1 MW. Por sua vez, a capacidade é de 11.059 MW.

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