Óleo e Gás

Cerca de 5.000 toneladas de petróleo foram coletadas na costa do Brasil

Cerca de 5.000 toneladas de petróleo foram coletadas na costa do Brasil
Cerca de 5.000 toneladas de petróleo foram coletadas na costa do Brasil, desde que as primeiras manchas de óleo apareceram em 30 de agosto, informou a Marinha.

Citado hoje pelo site de notícias G1, o relatório indica que esse número foi comunicado pelo Grupo de Monitoramento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha, a Agência Nacional do Petróleo e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis ​​(IBAMA).

“Nesta fase de monitoramento, verificamos uma estabilização da situação”, afirmou o almirante do esquadrão Marcelo Francisco Campos, que coordena o grupo. O monitoramento das áreas afetadas mostra que, na última semana, 99% dos esforços correspondem a traços de óleo em praias poluídas (no nordeste e no estado do Espírito Santo no sudeste). No Rio de Janiero, 320 gramas do material foram descobertos.

De acordo com um comunicado de imprensa publicado pelo grupo, desde que os primeiros sinais do derramamento de óleo foram observados, 803 locais foram afetados. Mesmo assim, segundo a agência, não há derramamentos de óleo no mar há 19 dias.

As primeiras manobras apareceram em 30 de agosto, nas praias da Paraíba. Os esforços de limpeza são apoiados por 10.000 militares da Marinha, Exército e Força Aérea, além de 5.000 funcionários do IBAMA, Instituto Chico Mendes, Defesa Civil e Petrobras.

Segundo Campos, a chamada Operação Amazônia Azul terá três fases. O primeiro tem como objetivo reparar e mitigar os danos causados ​​pelo aparecimento das manchas de óleo, que começaram após o seu aparecimento. Essa fase deve continuar até 20 de dezembro.

A segunda fase será de manutenção e controle, na qual o trabalho se concentrará no estabelecimento de um plano para empregar as forças do grupo e controlar novas marés negras.

Campos informou na semana passada que apenas vestígios do material foram encontrados no Maranhão, Piauí, Pernambuco, Alagoas e Rio. Além disso, a Marinha anunciou que o grupo será transferido para o último estado. A partir daí, a terceira fase do monitoramento será reproduzida.

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