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Diretores da Petrobras e da ANP discutem reflexo de ataques sauditas

Diretores da Petrobras e da ANP discutem reflexo de ataques sauditas

Os efeitos que os ataques às refinarias da Arábia Saudita causaram na economia brasileira serão discutidos por diretores da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em audiência pública na Comissão de Infraestrutura (CI), marcada para a terça-feira (29) às 9h.

Sabe-se que o ataque resultou em uma redução de 5% no volume mundial ofertado de petróleo. Diante disso, o requerimento do senador Marcos Rogério (DEM-RO), que deu origem à audiência, pede mais informações sobre as consequências econômicas dos ataques às instalações petrolíferas sauditas e maneiras de diminuir esses impactos na economia brasileira.

Aurélio Amaral, diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Cláudio Rogério Linassi Mastella, gerente executivo da Petrobras estarão presentes na reunião. O público também poderá participar da audiência através do Alô Senado e do e-cidadania.

Sobre a ANP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), criada em 1997 pela lei n º 9.478, é o órgão regulador das atividades que integram as indústrias de petróleo e gás natural e de biocombustíveis no Brasil. Suas atividades foram iniciadas em 14 de janeiro de 1998. Vinculada ao Ministério das Minas e Energia é a autarquia federal responsável pela execução da política nacional para o setor.

É conduzida por uma diretoria colegiada,composta de um diretor-geral e quatro diretores com mandatos de quatro anos não coincidentes. Sessões deliberativas da diretoria emitem portarias, resoluções e instruções normativas para as indústrias reguladas e podem resolver pendências entre agentes econômicos e entre esses agentes e os consumidores. Todas as decisões são publicadas na internet. A ANP também realiza audiências públicas antes de tomar qualquer decisão sobre normas que possam afetar direitos.

Sobre a Petrobras

Petróleo Brasileiro S.A. é uma empresa de capital aberto, cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista.

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