Espírito Santo

Duplicação da BR-262 está prevista para o 2º semestre do ano no ES

A duplicação da BR-262 e as obras do Contorno do Mestre Álvaro (BR-101), na Serra, estão previstas começar no 2º semestre deste ano. A informação é do diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Halpher Luiggi.

Em maio, o órgão anunciou que as obras de duplicação da BR-262 começariam em no máximo 45 dias, mas neste novo anúncio, o diretor informou que ainda não é possível dizer em que mês isso vai acontecer.

O primeiro trecho a ser publicado é de 52 km e vai de Viana a Victor Hugo, em Marechal Floriano. A expectativa é de que a obra dure 33 meses a partir de seu início.

Deve ser gasto um total de R$ 560 milhões, sendo que R$ 80 milhões já estão liberados.

“Já está tudo encaminhado para começar. Como é uma obra pública, não vai ter cobrança de tarifa. A duplicação foi pensada para levar segurança aos motoristas, com uma separação física entre as pistas, com canteiro central”, explicou Luiggi.

O DNIT informou que já está trabalhando para garantir a verba na Lei Orçamentária de 2018, necessária para a manutenção do andamento da obra.

A garantia do recurso também é necessária para a obra do Contorno do Mestre Álvaro, que tem previsão de duração de 30 meses e também está prevista para começar no segundo semestre do ano.

De acordo com Luiggi, a expectativa é de que o trecho será um dos mais seguros do Brasil quando ficar pronto. “Terá características mais modernas, canteiro central de no mínimo três metros de largura, quatro faixas de acostamento, quatro faixas de rolamento. Não terá retorno no mesmo nível, será em dois níveis para dar mais segurança”, disse.

O objetivo é retirar o tráfego pesado da região de Carapina, na Serra, considerado um dos trechos mais perigosos do Brasil. “Isso já vai reduzir bastante o número de acidentes”, falou Luiggi.

Mais de R$ 100 milhões já estão reservados para a obra. “Já transferimos mais de R$ 40 milhões para o governo do estado, que vai fazer a desapropriação e as compensações ambientais”, falou o diretor do Dnit.

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