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Eletrobras esclarece investigação que envolve a eletronuclear

Eletrobras esclarece investigação que envolve a eletronuclear

Foi publicado pela Eletrobrás um fato relevante que esclarece as informações divulgadas pelo Ministério Público e publicadas pela mídia em relação a citação do nome do atual presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães, em uma das mensagens encontradas pelas investigações. O documento oi assinado por Elvira Cavalcati Presta, diretora financeira e de relações com investidores. Confira informações:

“Centrais Elétricas Brasileiras S/A (“Companhia” ou “Eletrobras”) (B3: ELET3, ELET5 & ELET6; NYSE:  EBR & EBR.B; LATIBEX: XELT.O & XELT.B)vem esclarecer aos seus acionistas e ao mercado em geral, em razão das últimas notícias veiculadas na mídia sobre o suposto poder de influência do ex-presidente Michel Temer na controlada Eletrobras Termonuclear – Eletronuclear, por meio do seu atual diretor-presidente, Sr. Leonam dos Santos Guimarães, o que segue:

  1. No curso da investigação independente contratada pela Eletrobras e conduzida pelo escritório de advogados Hogan Lovells entre o início de 2015 e o final de 2018, o Sr. Leonam dos Santos Guimarães, ex Diretor de Planejamento, Gestão e Meio Ambiente e atual diretor-presidente da Eletronuclear, foi custodiante, assim como todos os diretores das empresas Eletrobras à época da investigação, tendo passado por todos os procedimentos investigativos, a saber: coleta de dispositivos e revisão de documentos relacionados aos mesmos, realização de background check e entrevista;
  2. Os procedimentos de investigação não detectaram qualquer suspeição sobre a conduta do Sr. Leonam dos Santos Guimarães ou qualquer envolvimento deste com o esquema de corrupção encontrado na Eletronuclear;
  3. A Eletrobras realizou investigação abrangente na Eletronuclear e cooperou com o Ministério Publico Federal, o que resultou na condenação de ex-executivos da Eletronuclear em decorrência da Operação Pripyat. O Exmo. Sr. Juiz Marcelo Bretas reconheceu o apoio da Eletrobras, que atuou como assistente da acusação, na respectiva ação criminal;
  4. Os atos ilícitos referentes a Eletronuclear, relacionados a Usina Nuclear de Angra 3, identificados na investigação independente, foram objeto de medidas administrativas cabíveis, tais como encerramento de contratos e exoneração de executivos envolvidos, bem como o registro de perdas da ordem de R$ 141.313 mil;
  5. Por fim, a Eletrobras informa que continua acompanhando as ações em curso da “Operação Lava Jato”, no Rio de Janeiro, para avaliar se deve adotar alguma medida adicional. A “Companhia manterá o mercado informado acerca dos assuntos tratados neste Fato Relevante.”.
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