Negócios

Embraer registra pequeno lucro, mas espera prejuízo em 2019

Embraer registra pequeno lucro, mas espera prejuízo em 2019

A brasileira  registrou lEmbraerucro de US $ 7,2 milhões no segundo trimestre, já que a maior receita de seus jatos executivos compensou as vendas de jatos comerciais, mas reafirmou que reportará prejuízo para 2019.

A empresa havia reportado um prejuízo trimestral de US $ 131 milhões no ano anterior, impactado por um incidente na pista envolvendo um novo avião militar.

O lucro no último trimestre foi melhor do que a estimativa do Refinitiv de uma perda de US $ 29 milhões, e analistas da Cowen disseram aos clientes que os resultados foram “melhores do que o temido”.

Ainda assim, a Embraer reafirmou sua previsão anterior de que reportaria uma perda este ano. Também relatou uma perda em 2018. As ações caíram cerca de 2% no início do pregão em São Paulo.

As recentes dificuldades da empresa de transformar lucros consistentes levantaram questões sobre seu desempenho futuro porque estão vendendo 80% de sua divisão de aviação comercial, historicamente a mais lucrativa, para a Boeing.

A Embraer espera concluir essa transação até o final do ano, após o que terá que contar com suas divisões restantes, jatos executivos e contratos de defesa, para impulsionar a maior parte de sua linha de base.

Durante os primeiros seis meses, a Embraer registrou perdas operacionais em suas divisões comercial, executiva e de defesa.

A companhia disse que espera entregar seu primeiro novo avião militar de carga, conhecido como KC-390, ao governo brasileiro até o final do ano.

A Embraer e a Boeing assinaram um acordo separado para comercializar em conjunto o avião, que a fabricante brasileira espera que receba ordens de governos aliados dos Estados Unidos.

Em uma teleconferência com os jornalistas, os executivos da Embraer disseram que estavam otimistas em relação à demanda por seu mais novo jato executivo, conhecido como o Praetor 600, que recebeu recentemente a certificação de voo do regulador de aviação civil do Brasil.

Voltar ao Topo