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Empresas norueguesas no Brasil devem está atentas ao desmatamento

Empresas norueguesas no Brasil devem está atentas ao desmatamento

A Noruega, até recentemente a principal doadora de um fundo para conter o desmatamento na Amazônia, pediu na terça-feira a empresas norueguesas que atuam no Brasil para garantir que elas não contribuam para a destruição da Amazônia.

Representantes da petrolífera Equinor, da fabricante de fertilizantes Yara e da produtora de alumínio Norsk Hydro, da qual o Estado norueguês é o principal proprietário, participaram de uma reunião na terça-feira com o ministro do Meio Ambiente e Meio Ambiente, Ola Elvestuen, para discutir os incêndios na Amazônia.

O Ministro do Clima norueguês Ola Elvestuen se reúne com representantes de empresas, organizações de clima e pesquisa, enquanto discutem a situação na floresta amazônica, em Oslo, na Noruega, em 27 de agosto de 2019.

“Eles devem estar conscientes sobre suas cadeias de suprimentos e garantir que eles não ajudem a contribuir para o desmatamento”, disse Elvestuen a repórteres após a reunião, convocada na segunda-feira após os incêndios florestais.

A reunião de terça-feira também contou com a participação do fundo de pensão KLP e organizações não-governamentais ambientais para discutir a questão e o que pode ser feito para resolvê-la.

O número de incêndios registrados em toda a Amazônia brasileira aumentou 79% este ano até 25 de agosto, de acordo com a agência de pesquisa espacial do Brasil. Mais cedo nesta terça-feira, Brasília disse que rejeitaria uma oferta de pelo menos US $ 20 milhões do grupo dos sete países para combater os incêndios. Em agosto, Oslo suspendeu doações para o Fundo Amazônia depois que Brasília bloqueou as operações de um fundo que recebia a ajuda.

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