Energia

Engie obtém primeiro empréstimo eólico do BNDES no Brasil sob Bolsonaro

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um empréstimo de R $ 1,26 bilhão (US $ 370 milhões) para a Engie para a construção do complexo eólico de 360MW Umburanas, no primeiro financiamento eólico em larga escala do corpo sob o presidente Jair Bolsonaro.

O banco financiará cerca de 78% do investimento total no projeto, que iniciou suas operações comerciais no início de 2019 usando turbinas GE 2.5-116.

Esta é a primeira aprovação de empréstimo em larga escala concedida pelo BNDES para projetos de energia eólica no governo Bolsonaro, que começou a governar no início deste ano. O governo brasileiro mudou-se para reduzir o papel do banco de desenvolvimento, historicamente o principal patrocinador de energias renováveis ​​no Brasil, para dar espaço ao financiamento de bancos privados e do mercado de capitais para a indústria eólica.

Engie entra na grande liga eólica do Brasil com projeto Umburanas

O empréstimo de 16 anos reembolsará a Engie, sediada na França, pela construção do parque eólico que adquiriu da problemática Renova Energia em 2017 e que vendeu energia na licitação A-5 do Brasil de 2014.

“O dinheiro irá pagar a aquisição de turbinas, fornecedores de serviços e o link para a rede de transmissão”, afirmou o banco em comunicado.

Antes da aquisição, a reguladora de energia Aneel quase cancelou o projeto devido aos problemas da Renova. Em um estágio, as obras pararam.

Além de seus contratos regulamentados de mercado, cerca de 102MW de Umburanas estão fornecendo energia no mercado não regulamentado do Brasil.

Ator final no setor de energia eólica do Brasil, a Engie agora possui 900MW de turbinas girando, cerca de 10% de sua capacidade total de geração de energia no Brasil, composta principalmente por hidrelétricas e carvão.

A empresa planeja adicionar de 300 a 400 MW por ano de nova capacidade de energia renovável no Brasil.

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