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Fábrica de Startups anuncia Shell Brasil como empresa âncora

Foto: Divulgação/ Fábrica de Startups

Foi anunciada nos últimos dias pela Fábrica de Startups, que possui sede no Rio de Janeiro, sua nova parceria. A fábrica portuguesa anunciou a Shell Brasil, empresa de energia anglo-holandesa, como a quarta empresa âncora no país. A parceria terá como foco trabalhar uma série de ciclos de inovação internos e externos em várias etapas, impactando 150 empreendedores em semanas de inovação e aceleração de startups.

Diante de um mercado que exige constantes tecnologias avançadas, a coparticipação do hub de empreendedorismo com a Shell Brasil quer estimular interna e externamente a cultura da inovação, pensando em novas formas de energia.

A projeção é que 30 soluções e startups passem pela aceleradora desenvolvendo inovações nas áreas de energia, óleo e gás. Os desafios ainda não estão definidos e serão anunciados futuramente, mas já está confirmada a primeira maratona de tecnologia entre março e abril.

A Shell Brasil busca abordagens criativas e inovadoras num mundo em plena transição energética. Neste sentido, a parceria com a Fábrica de Startups vem num excelente momento. As boas ideias merecem ser desenvolvidas num ambiente ágil e aberto como o da Fábrica. Como eles, nós fomentamos o empreendedorismo e estamos abertos ao novo. A digitalização está trazendo uma verdadeira revolução para o setor de energia e queremos seguir na vanguarda da inovação”, declarou o diretor financeiro da Shell Brasil, Gustavo Bursztyn.

A parceria com a Fábrica de Startups permitirá que a Shell Brasil utilize todos os ambientes da aceleradora, que está no Aqwa Corporate, no Porto Maravilha, em um moderno espaço de 3.700 m², além de explorar toda a rede de mentores que estão em Portugal e Macau.

“O time da Fábrica de Startups está muito entusiasmado e acredito que o ecossistema brasileiro deveria estar igual. Afinal, uma das marcas mais valiosas do mundo está se abrindo para internalizar a cultura das startups junto de seus 800 funcionários no Brasil e, claro, abrir suas dezenas de desafios para soluções early e growth stages. Isso porque serão quatro diferentes programas de ideação, com a oportunidade para mais de 150 empreendedores participarem, dois programas de aceleração, com 30 diferentes startups e outras 20 startups maduras para diferentes roadshows. Não vai faltar chance para se fazer revolução no setor e estamos felizes por isso”, comenta o CEO da Fábrica de Startups Brasil, Hector Gusmão.

Sobre a Fábrica de Startups

Fundada em 2012 em Lisboa, a Fábrica de Startups tem um método próprio de aceleração e incubação. A aceleradora não injeta recursos financeiros nas startups e oferece uma gama de serviços compartilhados, como uma rede de mentores. A ideia é trabalhar a startup e criar empreendedores de sucesso por meio de uma metodologia própria de forma mais orgânica.

Sediada no Brasil desde novembro de 2018 com investimento de R$ 5 milhões, a Fábrica de Startups conta com empresas âncoras nas áreas de telecomunicações, óleo e gás e varejo. No espaço de 3.700 m²m, serão aceleradas 130 startups por ano que juntas terão um faturamento de R$ 50 milhões, criando assim, o maior ecossistema empreendedor do Rio de Janeiro.

Considerada uma corporate venture (aceleradora corporativa), a Fábrica de Startups também tem unidade em Macau (ex-colônia portuguesa que hoje tem controle chinês) e já tem 500 startups lançadas e 2 mil empreendedores apoiados.

Sobre a Shell Brasil


Empresa global de energia, com 112 anos de operação e cerca de 90 mil funcionários em mais de 70 países, a Shell está presente no Brasil desde 1913, onde conta com cerca de 800 colaboradores. Nosso principal objetivo é atender as necessidades energéticas da sociedade hoje e no futuro, atuando de forma responsável nos âmbitos econômico, ambiental e social. As atividades da Shell no país englobam negócios nos segmentos de Upstream – nas áreas de Exploração e Produção e em Marine. No segmento de Downstream, a empresa também atua no setor de Lubrificantes. Os demais, incluindo a distribuição de combustíveis no varejo, são gerenciados pela Raízen, joint venture da Shell com a Cosan. A Shell foi a primeira empresa privada a produzir petróleo na Bacia de Campos após a abertura do mercado.  Em 2018, a Shell venceu, em leilão, a concessão de quatro blocos, nas Bacias de Campos e Potiguar, além de arrematar os blocos de Três Marias e Saturno, no pré-sal da Bacia de Santos.

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