Energia

Gigante da Internet anuncia que em 2017 só vai utilizar energia renovável

O gigante da Internet vem comprando energia renovável por vários anos e tem muitas iniciativas de energia limpa em jogo, incluindo um parque eólico no Quênia e um punhado de parques eólicos na Califórnia, Texas e em outros lugares.

A tecnológica, que se assume como “a maior compradora de energias renováveis no mundo”, quer passar de uma quota de 44 por cento para um consumo total – 100 por cento – de energia solar e eólica.

No entanto, parece que os planos da Google em matéria de “energia limpa” não se ficam pelo sol nem pelo vento. Com isso, o Google também pretende investir e fomentar a produção de energia sustentável mundial, principalmente nas regiões onde seus data centers estão instalados e onde a empresa possui operações significativas, como nos Estados Unidos, Chile e algumas cidades da Suécia.

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A Google, de facto, não é a única empresa de tecnologia que está a apostar forte em energia verde.

Citando um executivo não identificado da Google, o The Guardian escreve que a empresa tecnológica não exclui a possibilidade de, um dia mais tarde, vir a utilizar energia nuclear para potenciar os seus servidores e instalações.

Por outro lado, a Microsoft anunciou recentemente sua maior compra de energia eólica, até o momento, uma fazenda de 237 megawatts para alimentar seu data center em Wyoming.

Em comunicado, o diretor do Departamento de Energia da Google explica que a utilização de fontes energéticas renováveis é “a opção de menor custo” para os negócios. “Os custos de eletricidade são um dos maiores componentes de nossas despesas operacionais em nossos data centers, e ter um custo estável de energia renovável a longo prazo oferece proteção contra oscilações de preços na energia”.

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