Óleo e Gás

Marinha do Brasil diz ter danos inéditos causados ​​pelo derramamento

Marinha do Brasil diz ter danos inéditos causados ​​pelo derramamento

A Marinha do Brasil disse nesta terça-feira (8) que possui cinco navios e uma aeronave patrulhando a região nordeste para encontrar a causa do derramamento de óleo. O esforço envolve 1.583 pessoas, além de navios e veículos portuários estaduais.

A Marinha está investigando a possibilidade de um naufrágio ou derramamento de óleo. Há também o controle remoto da possibilidade de vazamento de óleo subterrâneo ou lavagem de tanques em navios, dado o volume de óleo coletado nas praias afetadas.

A Polícia Federal está trabalhando na área criminal, e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis ​​(Ibama) está coordenando a coleta de lodo de petróleo.

Os primeiros relatórios de petróleo apareceram em 2 de setembro, mas a origem continua sendo um mistério. Segundo o Ibama, 132 localidades em nove estados já foram afetadas pelo petróleo. Em seu último boletim, o instituto conta dez animais mortos por contato com o óleo.

Segundo a Marinha, as investigações incluem inspeções ao longo da costa, patrulha naval nas áreas poluídas mais recentes e análise de tráfego de comerciantes com o monitoramento de navios que passam pelas águas jurisdicionais brasileiras.

O derramamento

O vazamento já atinge todos os 9 estados do nordeste. Acredita-se que o óleo começou a aparecer nas praias no início de setembro, mas demorou quase um mês para despertar a atenção de órgãos oficiais. Em comunicado emitido no dia 25 de setembro, o Ibama alega estar investigando os casos desde o início, captando amostras e analisando as manchas de óleo.

Segundo o relatório do Ibama, o trecho mais prejudicado vai do extremo sul de Alagoas (Piaçabuçu) ao extremo norte da Bahia (Conde). Já foram identificadas manchas de óleo em uma faixa de 2 mil quilômetros da costa brasileira. Até agora, são 133 toneladas de petróleo retiradas das praias.

Voltar ao Topo