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Operador de rede no Brasil quer 662 transformadores da GE removidos após explosões

Brasil ‘s poderoperador de sistema solicitou que 662 transformadores feitos por General Electric Co ser removido da rede do país, após uma série de explosões que envolvem os dispositivos, de acordo com documento obtido pela Reuters. 

O documento, que foi preparado pelo operador de rede do Brasil, ONS, e submetido ao Ministério de Minas e Energia no início de dezembro, diz que 53 transformantes da GE explodiram nos últimos seis anos, sugerindo que os incidentes podem estar associados ao produto ou seus materiais. Eles são todos do mesmo modelo de transformador. 

Não há provas de que alguém tenha sido ferido nessas explosões.

O ONS confirmou em comunicado que havia feito o pedido para trocar alguns transformadores da GE depois de descobrir que eles “apresentam uma taxa de falha superior ao que é esperado para aquele equipamento”. Não especificou o número de transformadores ou incidentes que levaram à solicitação. 

A GE informou que estava ciente dos incidentes, mas que não havia visto o relatório do ONS. 

“Atualmente, não há evidências de que a causa possa estar relacionada ao design, aos materiais ou à fabricação do produto”, disse a GE em um comunicado, depois que a Reuters forneceu alguns trechos do relatório. A empresa disse que os transformadores foram usados ​​em todo o mundo. 

A GE apontou a concentração de incidentes em “uma parte da rede elétrica brasileira”.

O problema está no radar da ONS desde 2014 e concluiu que incidentes semelhantes não haviam sido registrados com outros fabricantes de transformadores ou modelos diferentes da GE, segundo o documento, obtido pela Reuters por meio do acesso do Brasil à lei de informações públicas. 

Uma fonte de uma concessionária local, que pediu anonimato para falar livremente, disse que a posição de seu empregador e seus pares é que “há um problema sistêmico com o fabricante, e não com os operadores”. 

A fonte disse que a empresa tomou medidas para evitar danos potenciais das explosões. 

A recomendação do ONS ocorre no momento em que a GE tenta reestruturar sua divisão de energia, em meio a queda de receita, e segue relatórios de problemas com outros produtos, incluindo turbinas a gás em vários países.

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