Petróleo

Preço do petróleo se mantém em queda após ataque a Aramco

Preço do petróleo se mantém em queda após ataque a Aramco

Após disparo de mais de 20% – o Brent beirou a casa dos US$ 72,00 – no valor do petróleo desde o ataque às instalações da Aramco Saudi na Arábia Saudita, preço do barril parece que irá se ajustar e se mantém em queda. Cabe destacar que a máxima em percentuais não era registrada desde a Guerra do Golfo em 1991. Por volta de 7h10 (horário de Brasília) desta quarta-feira, 18,  o Brendt marcava US$ 64,28, em contrapartida ao elevado valor registrado na segunda-feira, 16.

A queda foi causada por um anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que autorizou o uso dos estoques de emergência do país para manter a estabilidade do mercado, caso fosse necessário.

A Arábia Saudita é o segundo maior produtor de petróleo no mundo, além de ser o maior exportador. O ataque por drones às instalações de Abqair e Khurais no deserto da Arábia reduziram a produção da petrolífera em 5,7 milhões de barris por dia (bpd), equivalente à 5% do consumo mundial.

Aramco intensifica esforços para manter as exportações de petróleo

Aramco está tentando fazer pedidos para suas entregas de petróleo. Diz-se que a Arábia Saudita foi forçada a comprar diesel com baixo teor de enxofre. A extensão dos danos às instalações petrolíferas sauditas ainda não está clara. Alguns especialistas acreditam que pode levar vários meses para reconstruir e reparar os danos causados ​​pelo ataque à refinaria. Atualmente, a questão nos mercados globais de energia é sobre a capacidade da Arábia Saudita de realizar pedidos de petróleo e produtos de refinaria.

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