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Saudi Aramco mostra danos em refinarias atacadas com drones

Saudi Aramco mostra danos em refinarias atacadas com drones

A petroleira Saudi Aramco mostrou o estrago causado às instalações petrolíferas de Abqaiq e Khurais, no leste da Arábia Saudita, após os ataques com drones em 14 de setembro.

Segundo a empresa petrolífera saudita, todos os funcionários presentes nas instalações no dia do ataque conseguiram deixar a área a tempo e não foram feridos.

Antes da ofensiva, a refinaria de Abqaiq e a instalação de Khurais produziam aproximadamente 5,5 milhões e 1,45 milhões de barris de petróleo bruto, respectivamente.

Saudi Aramco foi atacada por drones (reprodução)

Saudi Aramco foi atacada por drones (reprodução)

Prejuízo à petroleira

Em Abqaiq, foram danificados reservatórios de petróleo e cinco instalações de estabilização de petróleo bruto (3 das quais já foram restauradas).

Enquanto que, em Khurais, foram atingidas quatro das cinco instalações de estabilização de petróleo.

De acordo com a Saudi Aramco, a empresa conseguiu restabelecer o funcionamento parcial de Khurais um dia após o ataque; na refinaria de Abqaid foram necessárias 48 horas para reparar metade das capacidades de produção.

A empresa sublinhou que todos os trabalhos de reparação levarão até dois meses para serem concluídos.

Os ataques de drones a duas plantas da empresa Saudi Aramco, a maior petroleira do mundo, resultaram na queda da produção diária saudita para cerca de 5,7 milhões de barris por dia, cerca de metade da produção total da companhia.

Saudi Aramco foi atacada por drones (reprodução)

Saudi Aramco foi atacada por drones (reprodução)

Defesa aérea ineficiente

A primeira parte da ofensiva consistiu em pequenos drones destinados a distrair os sistemas de defesa antiaérea Patriot, SkyGuard e Crotale, que não conseguiram detectar a chegada dos veículos não tripulados, segundo especialistas militares.

Saudi Aramco foi atacada por drones (reprodução)

Refinaria foi atacada por drones (reprodução)

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