Petróleo

Terminal da Equinor pega fogo

O centro de resposta de emergência da companhia norueguesa Equinor recebeu na sexta-feira relatórios de um incêndio na casa de máquinas do navio petroleiro Dubai Harmony. O navio está atracado no cais no terminal Sture, no município de Øygarden, em Hordaland, na Noruega.

O serviço público de resgate e as autoridades foram notificados da situação, e a organização de resposta a emergências da Equinor está ajudando no local, informou a Equinor na sexta-feira.

Segundo a empresa, o capitão do navio informou que todas as 23 pessoas a bordo do navio foram contabilizadas. Havia 102 pessoas no terminal Sture quando o incidente ocorreu. O pessoal que não possui tarefas de emergência foi evacuado do terminal como medida de precaução.

A Equinor acrescentou que 22 pessoas com tarefas de preparação para emergências estão agora no terminal.

“A organização de resposta a emergências da Equinor manterá contato contínuo com o serviço público de resgate e outras autoridades relevantes, e nos referimos à polícia local para obter mais informações”, disse a Equinor.

O terminal Sture recebe petróleo bruto da área de Oseberg através do sistema de transporte Oseberg de 115 quilômetros (OTS) do centro de campo de Oseberg e petróleo bruto do campo de Grane através do oleoduto de Grane (GOP) de 212 quilômetros.

O campo de Svalin foi conectado via oleoduto Grane em 2014. O petróleo bruto do campo de Edvard Grieg foi transportado para Sture via GOP desde o final de 2015 e, a partir de 2016, o campo de Ivar Aasen será conectado pelo mesmo oleoduto com mais petróleo para Sture.

A usina possui duas instalações de cais que podem acomodar petroleiros de até 300.000 toneladas de peso morto (dwt), cinco cavernas de petróleo bruto com capacidade de um milhão de metros cúbicos, uma caverna de GLP de 60.000 metros cúbicos e uma caverna de água de lastro de 200.000 metros cúbicos.

A Equinor é a operadora do terminal Sture com uma participação de 36,24%. Outros parceiros são Petoro (48,38%), ConocoPhillips (2,40%), ExxonMobil (4,33%) e Total (8,65%).

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