Offshore

Total lança fase 2 no desenvolvimento do Campo Mero Gigante

A Total (Paris: FP) (LSE: TTA) e seus parceiros tomaram a decisão de investimento para a segunda fase do projeto Mero (bloco de Libra), localizado em alto mar, a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. , na prolífica área do pré-sal da Bacia de Santos no Brasil.

Essa decisão segue o início da produção em campo em novembro de 2017 (Early Production System) e o lançamento da primeira fase do projeto (Mero 1) aproximadamente um mês depois.

O Mero 2 FPSO terá uma capacidade de tratamento líquido de 180.000 barris por dia e deverá iniciar em 2022.

“A decisão de lançar o Mero 2 surge como um novo marco neste projeto de grande escala que irá desenvolver os recursos petrolíferos gigantes do campo de Mero, estimado em 3 a 4 bilhões de barris”, declarou Arnaud Breuillac, Presidente de Exploração e Produção da Total. “O Consórcio Libra pode alavancar a excelente produtividade do campo para desenvolver um grande projeto de petróleo com custos técnicos abaixo de 20 dólares por barril e baixo ponto de equilíbrio. O projeto Mero contribuirá para o crescimento da produção do Grupo a partir de 2020. Uma vez que todo o potencial do campo seja desenvolvido, a produção deve atingir mais de 600.000 barris por dia. ”

O FPSO Pioneiro de Libra, que tem capacidade de 50.000 bopd e entrou em operação em 2017, está produzindo conforme o esperado, fornecendo informações valiosas sobre o campo, reservatório e produtividade dos poços.

O projeto Mero 1, atualmente em desenvolvimento, está progredindo conforme o planejado, com uma start-up programada para 2021.

Após o lançamento do Mero 2, o projeto deverá adicionar mais dois FPSOs com a mesma capacidade, sujeitos à aprovação dos parceiros. Todas as quatro unidades produtoras serão implantadas na parte noroeste do bloco de Libra (campo Mero), com os painéis central e sudeste sendo explorados até 2020.

O Consórcio Libra é operado pela Petrobras (40%) como parte de uma parceria internacional, incluindo Total (20%), Shell (20%), CNOOC Limited (10%) e CNPC (10%). A Pré-Sal Petróleo (PPSA) gerencia o Contrato de Partilha de Produção de Libra.

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