Petróleo

Venezuela e China expandem refinaria de petróleo em meio às sanções americanas

Venezuela e China, em meio ao aumento das sanções norte-americanas, expandiram refinaria de petróleo para aumento da produção do óleo cru no solo venezuelano.

O evento foi transmitido no Twitter pelo presidente Nicolás Maduro. Trata-se de um empreendimento conjunto entre a PDVSA e a CNPC chinesa, chamado Sinovensa e localizado no cinturão do Orenoco, no sul da Venezuela.

Maduro contou com a presença de diplomatas da embaixada da China e de representantes da CNPC.

Por sua vez, o ministro venezuelano do Petróleo, Manuel Quevedo, afirmou que o empreendimento conjunto permitirá ampliar a produção de petróleo refinado de 125,5 mil para 220 mil barris, produzindo não mais 105 mil barris diários, e, sim, 165 mil barris de petróleo pesado por dia. Segundo o ministro, na primeira etapa, os investimentos foram de US$ 800 milhões, mas está prevista uma expansão de mais US$ 1 bilhão.

Bloqueio de ativos

Na terça-feira (6), a Casa Branca informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um decreto para bloquear os ativos das autoridades venezuelanas na jurisdição dos EUA, incluindo o Banco Central do país e a companhia petrolífera estatal PDVSA.

Além disso, o decreto permite a imposição de sanções contra cidadãos estrangeiros que forneçam apoio, bens ou serviços a qualquer pessoa sujeita a sanções, incluindo as autoridades venezuelanas.

No dia 28 de janeiro, os EUA anunciará à imposição da empresa nacional venezuelana de petróleo e gás PDVSA, bloqueando os bens da petrolífera, que se encontram no território norte-americano, equivalentes a US$ 7 bilhões, além de proibirem transações. De acordo com a Casa Branca, mais 11 bilhões de dólares serão perdidos em exportações de petróleo.

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